Em defesa da globalização, do comércio internacional e das importações

Anúncios de “guerras comerciais” podem limitar o comércio entre os povos. Precisamos voltar aos melhores valores de um mundo global.

O comércio é uma mensagem de paz. Quando são amigos, os povos comerciam entre si. E quando comerciam, eles aprendem e ganham uns com os outros. É a lição que o mundo precisa reaprender com a maravilha esquecida da globalização.

Quando o mundo se tornou global, um sonho histórico havia sido realizado. Distâncias ficaram menores. O comércio era possível em todo o mundo. Oportunidades de compra e de venda podiam ser alcançadas entre diversos povos, a preços acessíveis. Tudo isso com a mensagem de paz que somente o comércio pode transmitir.

As recentes ameaças de “guerra comercial” indicam uma possível reversão desse mundo globalizado. Prevalece a desconfiança sobre o comércio global, o mesmo que trouxe crescimento e inclusão a diversos povos. As vantagens das trocas são cada vez mais ignoradas. Os benefícios evidentes de um mundo mais próximo caíram em suspeita.

Os efeitos dessa tendência podem ser nocivos. Eles põem de lado valores humanos básicos, como a tolerância e a inclusão. Eles obstruem as formas mais evidentes de ganhar riqueza, como as trocas comerciais. Acima de tudo, eles impedem desfrutar do crescimento permitido por uma economia interligada.

O Brasil conhece de perto os prejuízos de fechar suas portas ao comércio com outros povos. Barreiras de todo tipo impedem o país de se beneficiar das tecnologias mais avançadas e de insumos mais baratos e de melhor qualidade. Como resultado, o país simplesmente fica para trás.

Ao excluir o comércio internacional, o país exclui a si mesmo. Como alerta a OCDE, esse comércio poderia trazer crescimento e riqueza ao Brasil. O comércio internacional significa inclusão, prosperidade e até mesmo combate à pobreza. Protecionismo é autoexclusão – e o mais prejudicado ainda é aquele que fecha as portas.

Nesse contexto, as importações cumprem uma função indispensável. Elas permitem ao país acessar tecnologias e insumos em condições vantajosas. Isso contribui à nossa competitividade, ao nosso bem estar e à nossa inserção no mundo. Quando importam, os maiores beneficiados são os compradores.

A lição está sendo esquecida pelos governantes, mas precisa ser lembrada pelas pessoas. O comércio permite que os povos troquem entre si o que podem oferecer de melhor. Ele gera riqueza, firma amizades, traz cooperação. É um acordo em que todos vencem.

A globalização e o comércio são o caminho do crescimento. É por eles que a contribuição dos povos pode chegar aos lugares e trazer benefícios mútuos. Com eles, os povos se entendem e se aproximam, levando a mensagem de paz da qual depende a prosperidade.

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