Brasil e China: pauta no comércio exterior

Durante as eleições, a presidência questionou a parceria com a China. Assumindo o governo, parece reverter a situação.

A China tem sido uma parceria estratégica para o Brasil. Com o novo governo, apesar dos debates, a situação permanece a mesma. Importadores precisam acompanhar o contexto de perto. Ele pode revelar oportunidades estratégicas no comércio entre os países.

Em 2018, a China foi o principal parceiro comercial do Brasil. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o país sozinho recebeu 26,8% das exportações brasileiras e enviou 19,2% das importações.

Em certa medida, o governo atual questionou essa situação. Durante sua campanha, o atual presidente afirmou que China estaria “comprando o Brasil”. O debate aprofundou com a escolha  do novo chanceler para o Itamaraty, crítico do sistema político chinês.

A China manifestou inquietação com a tonalidade desse discurso. Por meio de editorial no China Daily, o governo chinês lembrou a importância recíproca do comércio exterior entre os países. Economistas e comentaristas brasileiros fizeram o mesmo.

Com o início do governo, a polêmica arrefeceu. Uma atitude antichinesa parece gerar riscos políticos. Aliados de partido do atual presidente visitam a China para conhecer um sistema de reconhecimento facial. Atritos com esses parlamentares podem gerar riscos à presidência.

A China também se esforça por neutralizar os desconfortos das relações comerciais. Durante o primeiro bimestre do ano, o embaixador chinês no Brasil realiza visitas estratégicas, como ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional e ao ministro da Economia.

Todo esse contexto sugere que a China continuará crescendo em importância ao mercado brasileiro. É um fato relevante para importadores. A China permanece sendo uma fornecedora estratégica e competitiva de roupas, brinquedos e eletrônicos.

Os benefícios podem vir também de forma indireta. Investimentos chineses podem tornar a logística brasileira mais barata e eficiente. Com uma pauta liberal, baseada em abertura comercial, os investimentos chineses são uma possibilidade cada vez mais palpável.

Aproveitar esse contexto, no entanto, demanda uma gestão competente. O comércio brasileiro no Brasil impõe desafios logísticostributários e burocráticos. Sem essa gestão, o importador corre riscos desnecessários com gastos, atrasos, multas.

Para essa gestão, a WM TRADING fornece acompanhamento sólido, baseado em anos de experiência no setor. Com nosso planejamento, parcerias e expertise, sua empresa pode desfrutar o melhor de parceria comerciais promissoras como a chinesa.

WM TRADING, qualidade e excelência em comércio exterior.

(Com informações de Infomoney, Exame e Valor Econômico)